segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Podemos tudo e não fazemos quase nada

Não é preciso ser um sábio para entender aquilo que nos faz bem e aquilo que nos faz mal. Quando estamos prestes a perder tudo que nos é importante, vem de dentro de nós um alerta e nos diz que devemos parar tudo que estamos fazendo ou mesmo mudar um pouco o rumo.
Não é possível fazer sempre o que queremos toda hora. Ninguém pode agradar a todos todo momento, mas temos que encontrar um equilíbrio, saber o que realmente importante não perder o foco e nem deixar de buscar aquilo que nos move para que acordemos todos os dias e não enfiamos uma bala na própria cabeça.
Não desistir é crer que tudo pode acontecer todos os dias, pois o que nos move é uma certeza de que algo maior que nós nos impulsiona. Se percebermos sempre há uma esperança, nem que seja a ponta de um iceberg escondida e ofuscada por um farol de um carro que vem em direção contrária da nossa. Ontem mesmo conversando com um irmão meu pré-adolescente descobri coisas da tecnologia como colocar camadas de vídeos dentro do vídeo que eu estou falando, que pode me dar um upgrade nos vídeos de youtube que pretendo fazer daqui para frente pode ser um recomeço para projetos antigos que se apagaram.
Estou na ativa, apesar daquele trabalho que me leva cotidianamente para o mesmo lugar posso ver adiante. Eu olhando esses dias que o bitcoin voltou a estourar e hoje (21) 1 bitcoin vale R$ 12 mil. Eu há cerca de um ano e meio atrás pensei em investir nisso e acabei não fazendo por medo de separar uma grana e perder dinheiro. Outra vez queria investir em marketing digital e comecei uma pós-graduação li o livro da Marta Gabriel, que ainda tenho aqui guardado, mas mal terminei um semestre e acabei desistindo do marketing digital, que também através do hotmart, não investi grana e não tive retorno em meu trabalho como afiliado e depois como produtor, apesar de ver as pessoas mostrando nos vídeos do youtube seus ganhos.
Na verdade fiquei travado diante dessas possibilidades e acabei nem ganhando nem perdendo e nem saindo do lugar.
Tive a ideia de fazer publicidade de passeios turísticos na internet, no Facebook e quando vi que não tive retorno imediato, mas apenas views, desisti também e vi alguns colegas de trabalho deixando de frequentar o calçadão da Beira Mar e vendendo apenas os passeios em casa, na frente do computador.
Resolvi voltar a fazer essa publicidade de novo no Facebook na página de passeios que tenho e em apenas uma semana, as curtições da página saltaram de 250 pessoas para mais de mil pessoas e agora vou continuar fazendo publicidade com os anúncios dos passeios, resolvi separar uma parte do meu orçamento para investir nisso.
Outra ponta da minha vida que ainda não fechou foi a questão da minha veia literária, tenho três livros publicados no Amazon, dois deles ficção e não vendi praticamente nenhum por falta de publicidade, enquanto eu sei que posso fazer isso e ter retorno e quem sabe um dia possa eu ter meu livro impresso por alguma editora física, se bem que Jeff Bezos (Ceo da Amazon) está quase que o homem mais rico do mundo, o que falta em mim para ser um homem bem sucedido seria um pouco mais de coragem em coisas que a vida me possibilita, ou vou acabar minha vida em pé vendendo passeios turísticos.
Não que isso seja ruim, ganho meu sustento nisso e pagos contas, sustento esposa e "filha". Inclusive essa página da minha vida chamada casamento me surpreende a cada dia. Minha esposa comprou o carro que hoje ando, com um ato de coragem de umas reservas pequenas que ela tinha guardado, um carrinho velho, mas que tem servido bastante para nossas atividades diárias como ir ao supermercado, eu ir a Beira Mar e ficar até mais tarde. Eu apenas estou pagando consertos e manutenção do carro e quando puder uma reforma nele.
Outra coisa que ela fez, foi comprar material para fazer um quarto em cima e em baixo colocarmos uma garagem para o carro, ela tem algumas atitudes que se eu tivesse ousado mais talvez estaria até num lugar melhor economicamente.
Não é pelo dinheiro, mas porque sabemos, no caso eu sei agora que posso e tenho capacidade de ir longe. Tenho 38 anos, me pergunto e daí "eu tenho uma porção de coisas para fazer e não posso ficar ai parado", Não mesmo né Raul Seixas?
O potencial que temos dentro de nós é tão importante quanto o ar que respiramos, pois ele que nos mantem vivos.
Ultimamente tenho escutado discos do passado, Nenhum de Nós, Link Park e nem ligo se o Chester Bennington deu um fim na sua existência, sabe-se lá qual traumas ele tinha e como para ele era difícil superar tudo isso. Eu sei disso, pois fui abusado na infância por um parente meu, por parte de mãe e nem quero citar nomes para não abrir uma ferida na nossa vida, talvez por isso eu não tenha tanto afeto por pessoas do lado da minha genitora, claro ela minha mãe eu amo sim, mas os outros não tenho muito contato.
Mas se estou vivo aqui é porque não chegou a hora, pode ser qualquer momento, ou daqui 50 anos, nunca se sabe, mas eu quero enquanto ar eu respirar sempre está em busca de melhorar, evoluir, buscar cuida das coisas que realmente importam e que o restou fica no seu lugar.

domingo, 20 de agosto de 2017

Marcelo Veiga, um lateral que marcou época no Ferroviário


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.
       Hoje ele tem 52 anos e está sem clube, mas já foi um dos grandes profissionais dentro de campo e depois como treinador, um ótimo comandante. Estou falando de Marcelo Castelo Veiga, ex-jogador campeão pelo Ferroviário em 1988.

       Ratão nasceu em São Paulo, no dia 07 de outubro de 1964, com o apoio do pai, e jogando nos campos de várzeas da Casa Verde se tornou um profissional de futebol. Era um lateral direito, canhoto. Como jogador esteve no Santo André, Santos, Portuguesa, Matonense, Internacional, Goiás, Atlético Goianiense, Itumbiara, Ferroviário, Fortaleza, Bahia e Joinville.
            A passagem de Marcelo Veiga pelo Ferroviário foi marcante. 33 mil pagantes estiveram presentes na final de 1988, no dia 7 de setembro no Estádio Castelão viram o Ferroviário vencer por 1 x 0 e ser campeão. A formação básica do clube coral era Robinson, Silmar, Arimatéia, Juarez, Marcelo Veiga, Djalma, Alves e Jacinto; Arnaldo; Mazinho e Barrote. Técnico: Lucídio Pontes.
            O Internacional em 1992 foi campeão da Copa do Brasil e do Campeonato Gaúcho, com Marcelo Veiga no elenco.
            No Bragantino já como treinador foi campeão da Série C em 2007, numa campanha de 32 jogos, 16 vitórias, sete empates e nove derrotas.
         
            Em 2015, no dia 14 de novembro, no Estádio Albertão, um empate sem gols entre River (PI) e Botafogo (SP), dá o título para a equipe paulista no placar agregado. Marcelo Veiga mais um título como treinador, o time base era formado por, Neneca, Carlos Henrique, Caio Ruan, Mirita, Augusto, César Gaúcho, Daniel Borges, Diego Pituca e Vitinho (Lucas Ribeiro), Canela, (Mateus Mancini), Nunes (Dudu).
           
            Ainda com o Bragantino, o treinador Marcelo Veiga levou a semi-final  do Campeonato Paulista Série A 2 (2005) e ao vice-campeonato da Copa São Paulo de 2006
                        Esse podcast quer homenagear o futebol cearense e jogadores, treinadores, que passaram por aqui, independente de onde tenham nascido. Marcelo Veiga não é nordestino e passou pelo futebol cearense pelo Tubarão da Barra e marcou com o título, mas seu nome ficou gravado por aqui e todo o respeito da crônica esportiva cearense para ele.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
           
            Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Veiga











           
           















quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Five Came Back




              
            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.
            No 6° podcast, vamos falar sobre a série documental Five Came Back, original Netflix (2017) baseado no livro de Mark Harris.
            


            Você já deve ter ouvido falar de a Felicidade não se compra, Bem Hur, Os Melhores anos das nossas vidas. Não? Então já deve ter escutado falar sobre esses diretores de cinema: Frank Capra, George Stevens, John Ford, John Huston e William Wyler? Não de novo? Vixe, então tem que assistir essa série de três episódios narrada por Meryl Streep e que tem os comentários destes consagrados diretores: Steven Spielberg (ET, Parque dos Dinossauros), Francis Ford Coppola (Apocalypse Now, O Poderoso Chefão), Guilhermo Del Toro (A Colina Escarlate, Helboy), Paul Greengrass (Jason Bourne) e Lawrence Kasdan (O retorno de Jedi).
            Capra, Stevens, Ford, Huston e Wyler foram contemporâneos do cinema norte-americano e eram destaques com grandes produções cinematográficas antes da segunda guerra mundial, quando foram convocados a servir as forças armadas, e viram pessoalmente, além de filmarem os horrores da carnificina do conflito. Podemos ver nessa produção da Netflix, como era usado o cinema para diversos fins como propaganda e comoção da opinião pública para que os EUA entrassem na guerra.

            Existia um inimigo odiado por todos que motivou que o sentimento em geral fosse favorável a essa entrada nessa guerra. Hitler conseguiu unir capitalistas e comunistas contra o exercito nazista.
            Muitas imagens desta guerra sangrenta foram dirigidas por esses diretores Capra, Stevens, Ford, Huston e Wyler e por isso o documentário foca como era o trabalho deles diante do conflito com proporções mundiais. Depois que a guerra acaba, os mesmos cineastas ficam meio perdidos para se adaptar a volta aos filmes de ficção.
            
            São três episódios, o primeiro: The mission begins mostra como os EUA se colocou até a entrada na guerra, depois do ataque de Pearl Harbor. O segundo: Combat zones, onde se mostra como se pensou o cinema para mostra como o negro era importante para a nação e como ele atuava no combate e dentro do país era massacrado pelo ódio racista. Nesse episódio ainda, o olhar que é escolhido para os documentários, que seria um olhar de ódio contra o nazismo e não contra o povo alemão, como um todo.
            No terceiro episódio: the price of victory retrata além do dia D, as cenas de Dachau que ajudaram no julgamento de Nuremberg e o pós guerras desses diretores.
            Depois de todos esses comentários você já pode tirar suas próprias conclusões e na curiosidade quem sabe olhar um desses filmes antigos desses diretores consagrados, tem comédia, filme mudo, drama, de tudo um pouco.
            Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.

            

domingo, 13 de agosto de 2017

Carlos Fred, o mito


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

       Ele era torcedor do Fortaleza e daí. Ele narrava com vibração o gol do Ceará, do Ferroviário, do Guarany de Sobral. Sabia reconhecer quando o clube estava jogando bem e principalmente jogando mal, podia ser o seu leão do Pici, ou o Flamengo do Rio de Janeiro, Carlos Fred era assim bem realista sem medo de dizer à verdade que via através dos seus olhos.
       O dia era 17 de outubro de 2016, vítima de um infarto, numa manhã de segunda-feira foi embora uma das vozes mais irreverentes do rádio esportivo cearense, que estava trabalhando em uma equipe nova, com Jussie Cunha no comando, ele tinha uma participação nos comentários na Tribuna Band News, a rádio FM 101,7, que em 20 minutos tudo pode mudar. E mudou mesmo, o narrador Carlos Fred, com experiência em quatro Copas do Mundo (1986, 1990, 1994 e 1998). Tinha 45 anos de carreira, passou pela Ceará Rádio Club e seu auge concerteza foi na equipe da Rádio Verdes Mares 810, comandada por Gomes Farias.
           
            Carlos Frederico Costa, Carlos Fred, do bordão “a bola corre com o tempo” nasceu em 1951, ano do Coelho, no calendário chinês. Foi um período de intensa imigração para o sudeste devido a seca que durou até 1953. Ano que Getúlio Vargas assumiu a presidência da República.
            O Mito começou em 1969 na Rádio Dragão do Mar, passou pela Rádio Uirapuru, foi comentarista da TV Diário. Sobre sua saída do emissora do Grupo Edson Queiroz ele comentou nesse vídeo      ;
                        Esse para mim junto com Júlio Sales, Gomes Farias e Tom Barros, foram os melhores narradores de uma geração que ouvia sempre. Hoje temos Irismar França, Antero Neto, Kaio Cezar, Bosco Farias, J. Rômulo.
            Eu escutava nos últimos anos o Fred na FM Fortaleza, da Câmara Municipal de Fortaleza, comentando uma hora seguida nas manhãs de segunda à sexta-feira, no gogó sem intervalo, um comentário preciso. Ele não se importava em afirmar ser tricolor de aço, mas tratava o Ceará sua torcida com todo respeito. Por isso eu afirmo como é importante assumir o clube que torce do que ficar escondendo e no fim comenta puxando o saco e agente vendo, que certo narrador ou comentarista torce determinado clube.
           
            Exemplos têm de sobra de gente que não se assume. Para mim, o comentarista Wilton Bezerra torce Fortaleza, mas não se assumi. Como Jussie Cunha, que torce leão também e não assume nos microfones. Já J. Rômulo assume ser Ceará. Seria assunto para outro programa. Hoje quero homenagear esse grande narrador Carlos Fred, que deixa triste a sua partida, mesmo com 65 anos, ainda tinha muito a contribuir com o desporto cearense.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
            Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/1951







           
           















quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Resgate de entrevistas que fiz em aúdio

Ordem aleatoria: São 13 entrevistas que fiz de futebol,  a política falando sobre saúde e também boêmia
11/10/2013:
Entrevista com Samily Girão evento de saúde em Fortaleza:



terça-feira, 8 de agosto de 2017

Nada a Temer?

Livro: Caminhos Marginais capitulo 5 em áudio

Pensando em pessoas com deficiência visual, ou que querem mesmo ouvir o livro na voz de Raquel, enquanto malha, faz viagens extensas, a equipe que cuida da imagem do Romance Caminhos Marginais teve essa ideia de trazer para você essa versão para escutar.


Abaixo segue os links para você comprar a versão PDF ou impressa e ler com tranquilidade a obra completa:

Versão impressa Amazon: https://www.amazon.es/dp/1520526571

 Versão PDF Amazon Kindle: https://www.amazon.com.br/dp/B01N29XMTK
 Versão impressa em inglês Amazon: https://www.amazon.com/dp/1521748195

Versão PDF em inglês Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B073P9C5KV

domingo, 6 de agosto de 2017

Sérgio Alves, o carrasco alvinegro em cima do tricolor


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

       Era de novo na voz de Gomes Farias que eu ouvia a narração do ataque do Ceará e ele se referir a Sérgio Alves, como o atacante dos cabelos esvoaçantes. Aquele pernambucano de cabeleira destacada que muitas vezes deu alegria ao torcedor alvinegro e se recusou a jogar no leão em respeito ao vozão é o nosso destaque de hoje.
       Natural de Recife, Sérgio Alves de Lima nasceu no dia 23 de abril de 1970, destro, com 1,77m. Quando esteve no Ceará Sporting Club, clube que ele mais se destacou ficou conhecido por Carrasco, exatamente por ter marcado 23 gols em 25 partidas contra o maior rival do vovô, o Fortaleza.
            Entre 1990-1991, Sérgio surgiu com a camisa do Sport de Recife, logo foi emprestado ao Central de Caruaru que em um jogo que fez gols contra o próprio Ceará chamou a atenção e logo foi contratado e veio morar na capital do sol. Por aqui ele virou história, com gols e títulos e aquele pênalti que sofreu e Godoy não marcou e mudou a história do futebol brasileiro. Se o Grêmio não tivesse ganho, será que Felipão tinha chegado a seleção brasileira e sido campeão em 2002? Será que Jardel, que no ano seguinte disputou a Libertadores pelo time gaucho teria o destaque que teve?
            O futebol tem dessas situações. Foram 298 jogos e 202 gols com a camisa do Ceará Sporting Club. Passou também pelo Sion (Suíça), Joinville, ABC, Fluminense, Santa Cruz, Bahia, Guarany de Sobral, CRB, Ferroviário, Salgueiro e Pacatuba e Ponte Preta.
            Vamos aos destaques de Sérgio Alves com a camisa do vozão, foram títulos como o Campeonato Cearense de 1993, 1996, 1997 e 2002. O acesso em 2009 para Série A do futebol brasileiro.
            Um dos momentos mais marcantes que eu vi pessoalmente foi o jogo entre Ceará x Tuna Luso, pela Série B de 1996, quando o Ceará estava prestes a cair para a Série C e Sérgio Alves salvou o vozão da queda com dois gols. Era 09 de outubro de 1996. Até Arnaldo Lira se atracou com o arbitro e rolou no tapa com o mesmo pelo gramado do Estádio Presidente Vargas
            Pelo ABC foi campeão potiguar em 1998, 1999 e 2005, e a marca de em todo clássico contra o América de Natal sempre fez gol.
            No Bahia da boa terra, Sérgio Alves foi Campeão do Nordeste duas vezes, 2001 e 2002 e teve destaque como aquele gol de bicicleta sobre o Leão cearense, na vitória de 3 x 2.
            Sérgio Alves foi artilheiro por onde passou, em 2001, fez 21 gols na Série B. Por quatro vezes foi artilheiro do Campeonato Potiguar, 1998, 11 gols, 1999, 18 gols, 2001, 21 gols e 2005, 15 gols., Copa do Nordeste 2002 13 gols.
            Ainda teve passagem pelo Fluminense (RJ) treinado pelo Parreira e que caiu em 1998 da Série B para C e tinha Roger e Magno Alves como destaques.
            Como treinador passou por Ferroviário e Tiradentes. Chegou a comandar o Vozão em passagem rápida depois da demissão de Estevam Soares. Só tem saudades da época que vi Sérgio Alves jogar. Foi praticamente toda minha adolescência na década de 1990, os mais emocionantes a Copa do Brasil de 1994. Ele deixou a marca na semi-final contra o Linhares (ES), gol que deu a classificação para o vozão para a primeira final nacional da sua história.
            E assim a gente vive o futebol na busca por se emocionar, se alegrar, curtir grandes lances e ver jogadas bonitas e jogadores aguerridos como Sérgio Alves.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço
           
           
Fonte:








           
           















domingo, 30 de julho de 2017

Paulino Rocha: um defensor do esporte


Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense.

       Eu desde criança quando comecei a ouvir o rádio da Verdes Mares 810, sempre escutei da boca de Gomes Farias, falar de um comentarista que tinha morrido nos anos 1970, ou anos 1980, chamado Paulino Rocha, que tinha sido deputado. Depois veio aquela Avenida que dá acesso ao Estádio Castelão. Nunca tinha ouvido ele, mas hoje vamos conhecer juntos sua história.
       Fazendo uma rápida pesquisa no Google, você vai encontrar na primeira página algumas informações básicas. Primeiro a APCDEC que tem um texto falando dos 32 anos de saudade do cronista, mas é de 2011, ou seja, já podemos dizer hoje 38 anos de saudade, coincidência é que é a minha idade de vida, já já vamos descobrir isso. Nessa primeira página da internet, tem também nome de escola pública Paulino Rocha e vídeo que fala da inauguração do Castelão e a participação dele.
            Em 06 de abril de 1979, com apenas 46 anos, a vida levou Paulino Rocha vitima de um câncer pulmonar. Foi deputado estadual eleito em 1974, em 1978 apesar de ser reeleito com votação consagrado sendo o deputado mais votado pelo antigo MDB 1978, mas a pouca saúde o impediu de assumir. Conta-se que ele foi um dos maiores influenciadores da construção do Castelão e você ouviu no comentário acima, no dia da inauguração em 11 de novembro de 1973.
             No dia 09 de dezembro o ex-deputado estadual José Paulino de Aguiar Rocha recebeu in memoriam, o Título de Cidadão de Fortaleza. Ele nasceu em 08 de dezembro de 1933, na Serra da Meruoca. Sua esposa Valdenia de Sousa Rocha lhe deu três filhos. Ele é pai de Toinha Rocha.
            Aos 16 anos nos Diários Associados, Paulino Rocha iniciou sua carreira. Fez parte, além da verdinha, da rádio Dragão do Mar e Assunção. Enquanto comandava a equipe de TV e rádio do Grupo Edson Queiroz, foi também funcionário público no Departamento Autônomo de Rodagem (DAER).
            Em trecho do livro Rádio e política: do microfone ao palanque: os radialistas políticos... de Marcial Vidal Nunes. Temos aqui a lembrança de quem Gomes Farias recebeu o legado esportivo e político. Diz-se que existia um trabalho rígido do que era tudo escrito, ante de falado. E Paulino Rocha ao lado de Peter Soares tentava dar um ar mais descontraído com brincadeiras em meio às notícias.
           
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço
           
           
Fonte:
           










           
           















quinta-feira, 27 de julho de 2017

O Literato: episódio 5: Linguarudos




                
            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.
            No 5° podcast, vamos falar sobre o livro: Linguarudos, uma coletânea de textos meus reunidos em anos de escrita na internet.


            Vou usar aqui o prefácio do livro: Sete anos contribuindo com a sociedade na rede

            Em 2009 eu já estava escrevendo no terceiro blog. Tinha estado escrevendo antes no blog que a UOL disponibilizava e antes um que a Globo.com também nos permitia escrever.  Depois veio a possibilidade de escrever na plataforma Blogger e exercitar minha veia literária e jornalística já que na época estava cursando  Jornalismo na Fanor.
            Foi um tempo de descobertas de áudio com os podcasts, de vídeos com o Youtube e outros canais que surgiam quase sempre na rede mundial de computadores.
            Antes mesmo de digitar mesmos textos online eu escrevia em uma pequena agenda meus pensamentos sobre o mundo que me cercava e alguns sentimentos íntimos que acabei por compartilhar no Wordpress que será também base para um livro futuro sobre minha biografia básica.
            Aqui nessa obra você verá um pouco do que penso sobre os principais acontecimentos políticos, esportivos, artísticos e culturais. Não quero aqui ser o senhor da verdade, mas apenas colocar que eu tenho uma expressão e que gosto que as pessoas saibam minha visão sobre algo em particular, ou algo geral.

            Muitas vezes minha vida correu para caminhos diferentes de que eu imaginava, mas nunca deixei de ler bastante e de escrever intensamente.
            Ironicamente meu sonho de escrever um livro veio com a internet e com o portal Clube de Autores, quando ano passado , depois de 12 anos, o meu o primeiro livro um romance chamado Caminhos Marginais surgiu e está a disposição como esse exemplar para compra em pdf ou mesmo a versão impressa.
            O titulo “Linguarudos” veio de uma escolha que fiz entre vários outros nomes e por isso achei adequado pensar bastante sobre ele.  O que quis remeter com essa escolha é que a gente só consegue melhorar o nosso país ou nossas instituições e a sociedade como um todo com nossa participação em vários momentos sejas nas manifestações das ruas, seja na escola, nos bairros pobres, etc.
            Tem os contos como minhas criações literárias, as crônicas como construção de um pensamento sobre determinado momento político do futebol.
            As poesias que marcaram momentos de dor, de reflexão e foi expressão realmente de inspiração.
            A parte maior deste livro é a segunda parte onde contem as opiniões, onde me posiciono sobre vários temas.
            Na última parte tem as reportagens e vivencia da minha época de estudante de Jornalismo, como também uma entrevista que realizei com um vereador representante do bairro Vila União e que foi publicado em jornal com mesmo nome. E no fim as resenhas de filmes e livros.
            Você pode até discordar ou não gostar, mas pelo menos veja que o que foi escrito foi baseado sempre em experiências minhas que me colocaram na defesa de um lado da sociedade.
            Formei-me em Jornalismo e durante a graduação fui abrindo os olhos para ver como nossa profissão é desvalorizada e como os jornalistas são servos de uma mídia cada vez mais conivente com políticos de direitas e duros com os governos progressistas.
            Não desisti de ser jornalista, mas gosto mais de escrever assim para blogs e para livros colocando o que eu penso e o que estudo e entendo sem ser pautado por um editor qualquer que queira mandar no nosso olhar. Viva sempre a liberdade!
Carlinhos Alves

            O autor, Carlinhos Alves, sou eu, nasci em Fortaleza, no Ceará, em 27 de julho de 1979. Formei-me em Jornalismo na Fanor em 2015, sou escritor desde cedo. Sempre gostei muito de escrever. Antes escrevia em meu caderno e me comunicava por cartas com as pessoas que eu mais gostava como meu irmão Neto Alves e algumas paqueras. Em 2003 em 13 dias escrevi o livro Caminhos Marginais em um caderno que ainda guardo, mas somente 13 anos depois a ideia saiu do papel e virou livro.
            Tive atuação política de esquerda, mas nunca fui adiante, acabei deixando a participação política, mas hoje ainda debato bastante na internet, sobre os acontecimentos que nos cercam.
            Criei há poucos meses o podcast: FutCearaCast que semanalmente trás um pouco da história do futebol cearense, áudio e texto.
            Vou ler uma poesia para vocês:
                                               03/04/2012:      
                                   (Iludido por te querer)
           
                        Esqueci-te, sem te esquecer
                                   Perdi-te sem te ter
                        Amei-te em um gozo de prazer
Consciente da distância entre nós dois eu me alegrei ao te conhecer.

Cada dia que passo te admiro mais
Olho-te mais, te quero mais
Noutro dia você era apenas alguém que passava
Num lapso de tempo você se tornou a brilhante luz cortante nos céus

Um bobo perdido eu fiquei, o frio de antes ficou para trás, o carinho encheu meu coração de paz, certeza de que o cansaço não mais pode vencer o amor que você me dar.

                        Vou deixar abaixo deste texto, links, para você poder comprar o livro, ou baixar grátis.
            Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.

Links: