quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Entre partidos de uma nação: Otávio (1)


Entre partidos de uma nação: prefácio


sábado, 9 de dezembro de 2017

Algumas regras do Futebol Americano


         
       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, futsal, futebol americano e rugby, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense em suas diversas modalidades.

            Já falamos aqui no episódio: “Origens do futebol americano no Ceará, no Brasil e no mundo”, sobre o início deste esporte da bola oval, que foi criado em 1869, são 11 jogadores por time, com 60 minutos de 4 tempos de 15 minutos cada. Vamos entender um pouco como funciona.  São Touchdown: 6 pontos, Field Goal: 3 pontos, conversão de 2 pontos: 2 pontos; safety: 2 pontos e um extra point: 1 ponto. Vamos lá então.
            A gente que nunca parou para ver esse jogo fica confuso e desiste de continuar e muda de canal. Até eu estou fazendo esse podcast estou aprendendo junto com vocês. Na pesquisa encontramos muita coisa boa. O jogo fica naquela parada de jogadas e lances de contato físico entre os jogadores. Um corre, um mar de gente vai para cima dele e o derruba, para evitar que ele avance mais uma jarda. No meio das paradas, acontecem as substituições.
            O objetivo principal do jogo é avançar até a edzone e fazer o touchdown. Os dois tempos de 30 minutos dividido em 15 minutos cada começam com o kickoff, que o chute inicial.
            
            Quem já viu o futebol de campo comum, aquele campo retangular e depois viu o mesmo campo sendo usado para o futebol americano, percebeu algumas diferenças, entre elas as linhas laterais. O campo retangular tem 120 jardas (109,73m) de comprimento e 53 ½ jardas (48,76m) de largura. As linhas de gol a edzone são separadas cada uma por 100 jardas.
            O futebol americano tem jogadores de posições ofensivas e defensivas, cada um entra para cada momento do jogo. As posições ofensivas: São compostas por setes jogadores, que ficam na linha de scrimagge. O principal deles é o Quaterback, que lanças as bolas e repassar as táticas do técnico para equipe. Ele fica posicionado atrás do Center para recebe a bola, quando pega a bola pode correr com ela ou passar. O Running Back fica ali atrás do Quaterback, para ajudar na condução da bola. Tem o Receiver, que recebe, tem Tight end, ponta de linha.
            Na linha ofensiva temos o Center, centro, que começa as jogadas e repassa por entre as pernas para o Quaterback. O Offensive Guards Left/ Right, que faz também a proteção do Quaterback. O Tacle, Left/ Right, chamados de pilares.
        
            Lembrando que no campo existem duas traves, que parecem ou, elas servem para alguns momentos do jogo que se chutam com os pés, endzone, onde tem a pontuação máxima, as linhas de jardas, que são separada por 10 cada e a área técnica.
            A trave tem 9 m de altura, a bola oval tem 17,7 cm. Um jogo de estratégia e de conquista de território. Essa jogada inicial do kickoff, feita em inicio de jogo, de cada tempo, depois de um ponto é pegada do outro lado pelo retornador, que pode fazer duas coisas: ele pode tentar avançar jardas, ou se ajoelha dentro da própria edzone que força a equipe adversária  a começar o jogo da linha de defesa de 25 jardas.
        
            Cada equipe que ataca pode ir avançando jardas são quatro tentativas para avançar 10 jardas ou devolver a equipe adversária. As duas maneiras de avançar sã pelo passe ao jogador da equipe, ou a corrida. Para impedir essa jogada, os turnovers, pode se fazer o fumble recuperado pela defesa e a interceptação.
            São sete juízes, o principal fica atrás do Quaterback e os auxiliares que ficam pelo campo. O arbitro principal usa boné branco e os demais preto, para marcar as faltas eles jogam um pano amarelo em campo e no microfone falam  a falta e a punição.
            Para evitar machucados maiores pelo esporte que tem muito contato físico, os atletas usam capacetes, protetores de ombros, peito, coxa, genitais e joelhos.
            Apesar de possuir apenas 11 jogadores em campo, cada equipe da NFL e hoje da Liga Nacional no Brasil tem 53 atletas, mas apenas 46 são relacionados por partida, são 11 jogadores de ataque e 11 de defesa e os especialistas, eles entram em campo para Field goals, retornos, kickoffs e punts e substituições ilimitadas.
            Os Quaterbacks podem ter numeração de 1 a 19 fazem recuo e passes. Running Backs de 20 a 49, pega bola e corre. Wide Receiver de 10 a 19 e 80 a 89, faz executar rota e receber. O Tight End tem função de proteção e recebedor. O Center, Offensive Guard e Offensive Tackle dão espaço ao Quaterback para as corridas. Linebackers de 40 a 59 e 90 a 99, observar e fazer o tacle. Tem o Defensive End e Defensive Tackle eles fecham os espaços pelas corridas por dentro e tentam chegar no Quaterback adversários. Além do Kicker numeração de 1 a 19 com chute à longa ou curta distância.
            Anualmente a NFL lança um livro de Regras bem complexo, que detalha os lados e regras do jogo, o site da NFL mostra um livreto mais resumido. No Brasil usamos as regras da Federação Internacional de Futebol Americano, A Confederação Brasileira  de Futebol Americano tem um Livro de Regras e Interpretações do Futebol Americano de 2015.
            Como já falei aqui, são 4 quartos de 15 minutos, insistindo para podermos fixar esse aprendizado, onde se tem um intervalo de 12 minutos no meio do jogo e intervalos de menor tempo, entre os 1° e 2 ° quarto e 3° e 4 ° quarto, onde os times invertem as posições depois do fim de cada quarto. A gente vê no basquete algo parecido, só que com tempo de 10 minutos cada quarto.
            
            Já falamos aqui no Kickoff,ou seja o chute inicial para que aconteça o retorno da bola a equipe adversária, isso acontece no primeiro e terceiro quartos. São 40 segundos para que a equipe inicie uma jogada se não será penalizada.
            Existem dois tipos de jogadas aéreas ou terrestres. No jogo terrestre, o quaterback entrega a bola na mão do corredor ou próprio QB corre com ela.  E no jogo aéreo, o QB lança a bola para o recebedor que se conseguir avançar o passe é completo e a equipe avança.
            Realmente a gente só aprende vendo os jogos cada vez mais. Como no Brasil está crescendo esse esporte à possibilidade de ver mais jogos desses é grande inclusive com as equipes cearense Ceará Caçadores, Roma Gladiadores, e aos poucos vamos se abrindo para um novo esporte.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:
































domingo, 3 de dezembro de 2017

União de Brejo Santo, campeão Série C Cearense (2017)


         
       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, futsal, futebol americano e rugby, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense em suas diversas modalidades.

            Em 2017, o União se sagrou campeão da Série C cearense, antes a disputa da terceira divisão foi vencida desde sua primeira edição em 2004, por Cratéus, 2005 São Benedito, 2006 Eusébio, 2007 Barbalha, 2008, Aracati, 2009 Caucaia, 2010 Crateús novamente, 2011 Uruburetama, 2012 Iguatu, 2013 América, 2014 Uniclinic, 2015, Alto Santo, 2016, Tiangua. Foram 13 edições de 2004 a 2016.

            Em 2017 começou a ser disputada em 23 de setembro e a final aconteceu 26 de novembro. Foram 110 gols, 32 partidas, com média de 3,44 gols por jogo.
            Até chegar a grande final, o Centro Esportivo União, fundando em 12/04/1980 e localizado no Bairro: Dom Lustosa em Brejo Santo e tendo como presidente Carlos de Souza Lima, passou pelo Grupo A2 e acabou em segundo na primeira fase, já o Caucaia também foi segundo no Grupo A1.
            O Caucaia que seria o adversário do União e com jogadores experientes como Marcelo Nicácio e Rinaldo venceu na estréia o Nova Russas por 1 x 0.  Já o União empatou com o Barbalha em 2 x 2 no Estádio Geraldão, no dia 23 de setembro, com gols de Tiago Souza e Alberte Patricio.
            Na segunda rodada, o Itapajé venceu o Caucaia por 1 x 0. O União foi ao Estádio Romeirão e venceu o Crato por 2 x 1, gols de Wildson e Glauber Arce.
            Na sequencia, o Caucaia perdeu novamente dessa vez para o Pacajus por 3 x 2 e o União foi derrotado pelo Campo Grande. Na 4° rodada, o Caucaia se redimiu e aplicou uma goleada de 4 x 1 sobre o mesmo Pacajus, já o União venceu 3 x 2 o Crato, o Campo Grande gols de Wildson, Leandro e Tiago.
            De novo na quinta rodada, os finalistas do Campeonato Cearense, edição 2017 venceram seus jogos. O Caucaia ganhou do Itapajé por 2 x 1. Já o União aplicou a maior goleada do Campeonato Cearense de todas as divisões neste ano, 10 x 0 no Crato. No dia 21/10, no Estádio Geraldão, gols de Elenilton, Tiago (5), Andson Cicero, Wildson (2).
            Na rodada final o Caucaia perdeu por 2 x 0 para o Nova Russas e o União empatou por 1 x 1 com o Barbalha.
            Nas semi-finais, o primeiro jogo, o Caucaia venceu por 6 x 0, o Pacajus, gols de Wildson, Tiago (2), Leandro, Kelvin, Ismael. No jogo de volta o Pacajus venceu por 2 x 1 o União, mas a classificação foi da equipe Brejo Santo, que pegaria o Caucaia, que venceu o Barbalha por 2 x 0 e perdeu por 2 x 1.
            Na primeira partida da grande final, o Caucaia saiu na frente no dia 18/11, no  Estádio Raimundão, 3 x 2, gols de Rinaldo, Nicácio e Paulo Augusto para o Caucaia, e Andson e Tiago para o União.
            No grande jogo decisivo no dia 26/11, no Geraldão o União venceu o Caucaia por 2 x 0, gols de Tiago e Francisco Luciano. O Técnico Gilmar mandou a campo Medalha, Tico, Anderson, Kelvin, Ramon, Toninho, Teodorico, Henrique, Tiago, Tininho e Leandro.
           
            Primeiro título do União, parabéns terra de Brejo Santo da prefeita Teresa Landim, localizada na Chapada do Araripe, habitadas pelos índios Kariri. Fundada em 1862 em 2017 fez 155 anos de existência. Uma população de 47 mil pessoas, numa vegetação de que tem cerradão, caatinga e serrado e o clima semiárido. Tem como destaque a produção de feijão e milho, além de uva, banana e coco. As atrações principais são a festa do Sagrado Coração de Jesus e a vaquejada no final do mês de agosto.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:

























segunda-feira, 27 de novembro de 2017

7 motivos para desfiliar-me de um partido

Estamos em 2017, o mundo é um local mais tecnológico, do que nunca, mais desigual do que nunca, mais cheio de oportunidades do que nunca. Nesse mundo as pessoas estão esquizofrênicas, sem saber que rumo seguir, qual seita, qual religião, qual partido, qual distração seria a melhor?
Era 2003, exatamente 15 anos atrás e lá estava eu, cheio de esperanças, sonhos, desejos e fui levado por uma onda como todos os que viviam naqueles tempos, de FMI, arrocho salário e miséria. Aquela figura iluminada, magnetizava quem passava e eu embarquei nessa e fui feliz por muito tempo, como num casamento, numa união estável, altos e baixos, militância, bandeiraço, reuniões, formação política, várias eleições, apoio e ajuda a vários candidatos, que ganharam para vereador, prefeita, deputados estaduais, federais.

Era algo magnifico, o Brasil estava mudando; gente pobre como eu, fazendo faculdade pelo Prouni, particular paga pelo governo, sonhos de emprego uma vida melhor para todos, revolução social aconteceu e mexeu com as estruturas dos poderosos, que mesmo sendo beneficiados pelo crescimento econômico que colocou o Brasil nos trilhos e na sexta economia do mundo, não ficaram satisfeitos em ver o pobre ter acesso a viagens, a lazer, a progresso. Queriam sim que as pessoas comprassem e lhes mantivessem o império, mas sem se misturar a eles.
Ai veio a mídia todos os dias colocando no imaginário do povo, que esse grupo político não prestava e ai vieram operações policiais e seu foco em um grupo, como se querendo ajudar outro que o povo não queria mais eleito.
Mas o que tem haver isso tudo comigo? Pois é, a história vocês conhecem do Brasil atual está surgindo uma política nefasta. Eu parei a minha vida, parei meus sonhos de escritor, jornalista, amante do esporte e das artes, com uma família para manter, para se dedicar a uma batalha campal sem sentido que não me levou a nada e estagnou meus sonhos, de certa forma foi uma escola da vida, mas chegou o momento de parar por aqui e seguir em frente, com sonhos individuais perdidos em busca de reconstrução, outros sonhos coletivos perdidos, mas vai ai os motivos principais da minha desfiliação em sete tópicos, que é o número da legenda que resolvi deixar apesar de ainda ser mais de esquerda, mas hoje sou mais humanista e acho que os sistemas como um todo deveriam se voltar para ajudar o semelhante e não se ajudar a si próprio.

1: Bipolaridade política e perda de sentido social e humano
Quando eu era menor (9 anos) fui ao estádio Castelão e lá me apaixonei por futebol e pelo Ceará Sporting Club e durante toda minha adolescência frequentei quase que todos os jogos do meu time e descobri o que era rivalidade. Briguei com vários amigos, fiz desafetos e só mais tarde descobri que eu brigava por algo que nem se importava comigo. Os jogadores jogavam por amor ao dinheiro e eram profissionais e a maioria nem queria saber de dar a vida pelo clube. E eu besta feito uma anta morrendo por time de futebol, hoje entendo isso e torço sem fanatismo, respeitando o adversário e querendo o bem do futebol cearense como um todo, inclusive do Fortaleza Esporte Clube.
A política no Brasil virou um fla-flu, guerra campal, entre petralhas e coxinhas, petistas e tucanos e o povo levando fumo, e esses brigando e apenas tentando talvez manter um cargo comissionado na administração pública e uma vida confortável com viagens, enquanto os militantes se matando por ideologia, ou apenas por coisas sem importância, se queria mesmo era manter o stao quo, seja de um lado ou de outro
2: Minha vida parou, onde estão minhas realizações pessoais?
Um partido que diz lutar pelo coletivo se importa se você progrediu na vida ou não? Me formei em Jornalismo, com um programa Prouni criado pelo governo de esquerda, foi exatamente o desejo de crescer que me afastou dessa vida de militância, pois morava praticamente no partido e minha vida estava parada e eu só via crescer os mesmos caciques de sempre, as novas lideranças eram sufocadas, não existia espaço para novos pensamentos.
Enquanto eu lutava para conseguir estágio, um trampo na praia, me desliguei de trabalho de carteira assinada, pois queria mais liberdade para ter horários alternativos, mas a crise que veio em 2015 e 2016 afetou tudo e tive que apenas me formar e guardar o diploma e trabalhar como autônomo em vendas de passeios turísticos. Não existe espaço nesse partido para novos sonhos apenas para defender a manutenção do poder de alguns velhos sindicalistas e pessoas ligadas a eles.
3: A busca apenas para se manter no poder
Votei em Lula e provavelmente votarei de novo, não preciso se manter em um partido para fazer isso, mas tenho minhas criticas. A Dilma fez um primeiro governo bom, mas quis vencer a todo custo as eleições e caiu na armadilha dos marqueteiros João Santana e Mônica Santana de fazer uma campanha tão baixo nível, como a direita sempre fez. E por isso apesar de amplo apoio nas forças progressistas perdeu espaço no coração do povo mas humilde. Lula pode ganhar, mas como se manter com um Congresso tão hostil? Fazendo alianças espúrias, do mesmo jeito que Temer está fazendo e que eu vi recentemente o PT fazer com o próprio PMDB, alianças com pessoas que eles chamavam de golpistas, com a justificativa de alianças estratégicas, mas no fim é só a luta para manter o poder sem pensar em reformular a esquerda.
4: Sem espaço para o novo
Recentemente eu vi surgirem nomes como Bolsonaro, Hulk, Dr Hollywood e outros com desejo de disputar a presidência da república, a esquerda toda criticou porque eles não tem capacidade e blá blá blá. Eu aprendi uma coisa na vida: "Eu posso discordar do que diz, mas defenderei até a morte o direito de dize-lo" Voltaire(?). Eu não voto neles, mas eles tem direito de se candidatar. Do mesmo jeito que Manuela D`Avila (PC do B) e Guilherme Boulos (MTST). Eu soube e não sei se é 100% verdade já que a mídia sempre manipula, mas soube que os petistas não queriam que Manuela se candidatasse e que Lula, não queria que Boulos fosse candidato a presidência. Me poupe é o cumulo do descaramento, que as pessoas não podem ter o direito de se candidatar porque , candidatos não querem.
Esses dias a Catanhede (tucana) estava falando mal do Hulk, como outros e claro os tucanos que querem Alckmin presidente. Deixa o povo decidir, deixa as lideranças surgirem.
5: Corrupção
A justificativa do PT é que há perseguição jurídica contra o partido. Concordo em parte, realmente Sérgio Moro parece ter uma tendência autoritária nos processos contra o Lula e contra alguns petistas, "mão"que não é a mesma para casos tucanos. Se formos falar que o Mensalão AP 470, não tinha provas realmente concordo que não havia provas, mas que houve corrupção na esquerda apesar da não punição da direita isso é verdade. PT fez igual aos outros para se manter no poder, recebeu dinheiro de empreiteiras para suas campanhas, para poder se manter e colocar seu projeto de poder em vigor.
Mas o PT errou e se corrompeu igual aos outros. Realmente ele chegou lá já estavam roubando, já estavam fazendo jogo sujo, mas ele errou em não denunciar e deixar como estava.
6: Covardia
O PT ousou muito, quando estava longe do poder, greves, Diretas Já, mobilização as massas, ajudou a garantir direitos, fez um governo com opção para os pobres, ouviu a sociedade, nos fóruns espalhados pelo Brasil, com debate, sobre educação, saúde, comunicação, esporte, moradia. E conseguiu avançar em quase todos eles, mas foi falho ao não fazer a regulação da mídia e permitir que essa distorção da informação permanecesse, manipulando as pessoas e deixando a população mais alienada. Não tirou o poder da Globo, quando podia e deixou que ela continuasse mantendo as cartas da sociedade brasileira.
7: Desencanto com a política
Antes as pessoas eram movidas por ideais, sonhos, ajudar o próximo, mas com o tempo as pessoas esfriaram e o capitalismo ajudou isso e tudo virou mercadoria, inclusive as eleições e as pessoas fazem isso seu meio de vida. Eu deixei o PT essa semana que passou, mas na realidade não participo de reuniões, há mais de quatro anos, apesar de fazer uma militância e uma defesa apaixonada do partido nas redes sociais. A que preço? Enfim cansei disso.

Caberia aqui outros motivos e quem lê isso vai me dizer todos são iguais, saio porque? Justamente por isso. Sair da política partidária para respirar, não significa deixar de lado os sonhos os projetos para o futuro, mas quem não cuida de si não pode cuidar dos outros.

domingo, 26 de novembro de 2017

Sete vitórias que definiram o acesso do vozão para Série A 2018


         
       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, futsal, futebol americano e rugby, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense em suas diversas modalidades.

       Quando o Ceará entrou em campo contra o Criciúma (SC) pela 37° rodada da Série B 2017, no Estádio Heriberto Hulse, no dia 18/11, ele já sabia que estava matematicamente garantido na Série A para 2018, isso graças aos resultados da rodada, Londrina 0 x 0 América (MG), ABC (RN) 2 x 0 Oeste (SP). No domingo após esse jogo, a cidade de Fortaleza ficou pequena, tanto no aeroporto, como em Porangabussu, um mar de gente tomou conta das ruas em uma carreata de comemoração, à volta depois de sete anos disputando a divisão de acesso do Brasileirão. Na rodada seguinte, na Arena Castelão, no dia 25/11, 57 mil pessoas viram o Vozão vencer outro alvinegro o ABC (RN) e termina com 67 pontos, 19 vitórias, 10 empates e nove derrotas. Vamos as sete vitórias decisivas que definiram esse acesso.

            Antes de tudo vale lembrar que Givanildo Oliveira era o treinador do Ceará, até a oitava rodada e deixou a equipe com nove pontos, duas vitórias, três empates e duas derrotas. Apesar de ter sido campeão cearense, pelo alvinegro de Porangabussu, isso não lhe valeu permanecer e após o empate em 1 x 1, em casa foi dispensado. A equipe base deixada pelo Givanildo era de Éverson, Tiago Cametá, Rafael Pereira, Valdo, Romário, Richardson, Jackson Caucaia (Pio), Pedro Ken, Rafael Carioca (Alex Amado), Roberto, Magno Alves (Artur).
            No dia seguinte a saída do Givanildo, o Ceará anunciou Marcelo Chamusca para o restante da temporada. Ele deixou o comando do Paysandu, que dirigia na Série B. Ele não assumiu a equipe contra o Vila Nova no empate em 1 x 1 fora da casa, mas sim Daniel Azambuja. Nem na vitória de 3 x 0 contra o Oeste em casa, ainda era Daniel no comando.
            Chamusca estreou com derrota para o Paraná 1 x 0, no dia 01 de julho de 2017.
            1: Vitória da raça  contra o Figueirense, 2 x 0 fora de casa.
            O jogo foi no dia 08 de julho, o no Orlando Scarpeli e o vovô venceu com gols de Pedro Ken e Ricardinho. Partida valida pela 12° rodada deu um novo animo as pretensões alvinegras na competição.
         

            2: Ceará venceu jogo por placar mínimo contra Náutico
            Depois de amargar 4 x 1 contra o Boa Esporte (MG), o Ceará entrou em campo pela 22° rodada do Brasileirão Série B, contra o Timbu e venceu com o gol logo no início de Lima (jovem estrela do Grêmio)
           

            3: a virada contra o Brasil de Pelotas
            Na 25° rodada, na Arena Castelão, no dia 23 de setembro, o Ceará passou certo sufoco, mas no fim venceu e se consolidou na briga pelo acesso. Primeiro aos 40 minutos da etapa inicial Misael (ex-Ceará) abriu o placar, aos 20 da etapa final Leandro Carvalho empatou e aos 31° do segundo tempo Ricardinho fez o gol da virada, gol importantíssimo para essa campanha de time que buscava subir.

          4: A vitória alvinegra fora da casa contra o Luverdense e a busca do G4
            30 de setembro, Passo das Emas, um desesperado Luverdense na zona de rebaixamento, mas jogando em casa, contra o Ceará invicto há quatro jogos. E conseguiu a vitória mínima de 1 x 0, gol de Lima. Nesse momento o alvinegro cearense ficou em quinto lugar.
            
            5: Vitória para entrar no G4 e não sair mais
            Era uma noite de terça-feira e a torcida do Ceará estava ansiosa e Elton e Magno Alves marcaram e o vozão venceu o Vila Nova por 2 x 0, se consolidando no G4 em terceiro lugar.
           

            6: Vencer o líder e se assumir como time pronto para subir
            Vencer o Inter no Beira Rio, seria uma façanha impossível se não fosse o Ceará, pois já venceu a equipe colorada, em uma Série A em 2011, gol de um ex-idolo do Inter, Iarley.
            Mas dessa vez era diferente, uma equipe em ascensão, diante de 38 mil pessoas, praticamente já garantida na Série A e com o titulo, só não contavam com Elton, depois de um passe de Lima jóia do maior rival Grêmio.
            A vitória daria 58 pontos na tabela e a vice-liderança e o sonho cada vez maior do acesso.
            
            7: jogo do acesso vitória contra o Paysandu e marca gigante da torcida
            Uma noite de terça-feira, Arena Castelão, 45 mil pessoas, 14/11, véspera de feriado e o Ceará do técnico Marcelo Chamusca, entrou em campo com Éverson, Pio, Rafael Pereira, Luiz Otávio, Romário (Rafael Carioca), Richardson, Pedro Ken (Raul) e Ricardinho, Lima, Elton, Roberto (Maikon Leite). Gols de Pio e Elton. Ceará 2 x 0 Paysandu, o jogo do acesso e da volta a primeira divisão do futebol brasileiro.
            

            Não é possível esquecer os grandes jogadores importantes nesta conquista, gols decisivos de Magno Alves, com 41 anos, a participação de Fernando Henrique no gol contra o Paraná fechando a meta alvinegra. Os gols de Artur garoto da base do Ceará, que já estourou a idade e é uma espécie de amuleto que decidiu alguns jogos. E Pio que entrou e fez três gols de falta que deram pontos preciosos ao acesso. No fim todos deram sua contribuição para essa arrancada e acesso a elite do futebol brasileiro.
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:






           




















domingo, 19 de novembro de 2017

Rogério Ceni e seus confrontos contra as equipes cearenses


         
       Bom dia, Boa tarde, Boa noite! Meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza chegamos a sua casa, com o FutCearaCast. Um podcast que fala de futebol, futsal, futebol americano e rugby, de história, de notícias dos clubes, de entrevistas e demais curiosidades do futebol cearense em suas diversas modalidades.
       No dia 10 de novembro de 2017, o Fortaleza anunciou a contratação do ex-goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, depois de muita insistência do presidente leonino, Marcelo Paz. Durante a carreira de jogador, Ceni enfrentou os dois principais clubes cearense, em jogos validos pela Copa do Brasil, Brasileirão, Sulamericana. Foram derrotas e vitórias e o marcante gol de pênalti que encerraria sua trajetória como maior goleiro artilheiro da história do futebol mundial.

            O primeiro confronto do Ceni contra equipes cearenses se deu na Copa do Brasil de 2001, na 2° fase, quando em jogo único no Presidente Vargas, o São Paulo não tomou conhecimento do Ceará e venceu por 4 x 2. O Ceará estava escalado pelo técnico, José Carlos Serrão, com Wilson Júnior, Dudé, Júlio César, Gilmar Serafim (Esquerdinha), Maciel (Viana), Roberto Lopes, Robson Paulo, Chico Chapecó, Robson (Sandro Gomes), Jairo Lenzi e Zezinho. Os gols do Vozão foram de Jairo Lenzi e Zezinho, para o São Paulo maçaram Júlio Baptista, Carlos Miguel, e duas vezes França.
            
            No dia 17 de abril de 2003, no Morumbi, pela 4° rodada do Brasileirão, São Paulo venceu o Fortaleza por 3 x 1, o tricolor paulista do técnico Oswaldo de Oliveira tinha Rogério Ceni, no gol, já o Leão do Pici, do técnico Ferdinando Teixeira, estava escalado com Jefferson, Fernandão, Ronaldo Angelim, Sérgio (Rogério Paulista), Chiquinho (Mazinho Loyola), Erandir, Dude, Alyson, Wendell, Wesley, Calmon, os gols da partida foram de Gabriel, Ricardinho e Reinaldo para o tricolor paulista e Chiquinho para o tricolor cearense.
           
            No dia 20 de agosto o confronto foi no Castelão e mais uma vez Ceni e companhia levaram a melhor sobre o Fortaleza. O Técnico do São Paulo era Roberto Rojas. O gols da partida foram marcado por Kléber e Rico.
           

            Dois anos depois no Morumbi, mais uma vez o São Paulo de Ceni venceu o Fortaleza, dessa vez por 3 x 2. O tricolor paulista tinha como técnico Paulo Autuori, já o Leão treinado por Hélio dos Anjos tinha a equipe formada por Bosco, Nivaldo, Alan, Amaral (Chiquinho), Marquinhos, Mazinho Lima, Lúcio (Alex Afonso), Marcelo Lopes, Fumagali, Erandir, Marcos Denner (Paulo Isidoro), os gols da partida foram de Josué, Mineiro e Amoroso para equipe paulista e Marcelo Lopes e Fumagali para o time cearense.
            No dia 27 de novembro no Castelão, Ceni sofreu sua primeira derrota para o Fortaleza. Já com Valdir Espinoza com técnico do Leão, o gol foi dele Clodoaldo, era a 41° rodada.
            
            Em 2006, foram dois jogos entre Fortaleza e São Paulo com Rogério Ceni no gol, no dia 31 de agosto, quando o São Paulo era líder da competição e o Fortaleza estava na zona de rebaixamento o jogo ficou em 1 x 1 no Morumbi, com até um pênalti desperdiçado por Ceni. Os gols foram de Rinaldo para o Leão e Lenilson para o São Paulo.
           
            Depois a vitória no Castelão do Fortaleza de 1 x 0, gol de Finazzi.
            
            Na 12° rodada do Brasileirão, no dia 31/07, o São Paulo venceu o Ceará por 2 x 1, com gols de Fernandão e Ricardo Oliveira para o tricolor paulista e Erick Flores para o vozão.
            
            A grande vitória alvinegra no Campeonato Brasileiro sobre o São Paulo de Ceni, se deu numa tarde de domingo, dia 24 de outubro de 2010, a equipe treinada por Dimas Filgueiras, que foi escalada com Michel Alves, Fabricio, Diego Sacoman, Anderson, Vicente, Boiadeiro, João Marcos, Geraldo (Careca), Michel, Washigton (Misael), Magno Alves (Javier Reina), os gols foram de Sacoman e Magno Alves.
           
            2011, não foi um ano positivo para o Ceará contra Rogério Ceni , foram mais vitórias tricolores do que alvinegras. No dia 19/06 pela 5° rodada, em uma tarde que Ceni pegou pênalti e Marlos e Lucas fizeram os gols da vitória por 2 x 0 para o Sâo Paulo.
                      Já no dia 10 de agosto, pela Copa Sulamericana, competição internacional, o Ceará venceu o São Paulo por 2 x 1. Para o vozão, Rudnei e Marcelo Nicácio e para o tricolor, Rivaldo.
           
            No Morumbi, no dia 24/08, o São Paulo bateu o Ceará por 3 x 0 e liquidou a fatura da Sul-americana gols de Lucas, Cicero e Dagoberto.
            
            O mar não estava para peixe o Ceará e no dia 17 de setembro, em mais um jogo no Morumbi, o Sâo Paulo de Ceni, não tomou conhecimento da equipe cearense e venceu por 4 x 0, gols de Rivaldo, Juan, Ivan Piris e Casemiro.
            
            E a última vez de Ceni como jogador em terras alencarinas foi pelas oitavas de final da Copa do Brasil de 2015, o técnico do São Paulo era Juan Carlos Osório, o técnico do Ceará Marcelo Cabo. Os gols da vitória de 3 x 0, na Arena Castelão foram de Alexandre Pato, Thiago Mendes e Rogério Ceni que fez seu último gol na carreira.
          
            14 jogos. Foram oito vitórias de Rogério Ceni, quatro derrotas e um empate.
            Logo no dia da apresentação de Rogério Ceni, como técnico do Fortaleza, o presidente Marcelo Paz fez questão de comparar a sua chegada igual a de Ronaldo no Coringão, que trouxe torcida e estrutura para o clube paulista, além de títulos.
              
            Rogério Ceni nasceu em Pato Branco (PR) em 1973 e seu clube de estréia foi o Sinop, onde jogou a juventude depois contratado pelo São Paulo. Foram 1238 jogos pelo tricolor paulista e 125 gols, pela seleção brasileira foram 18 partidas, a maioria no banco de reservas. Foi campeão matogrossense em 1990, pelo Sâo Paulo, foi campeão mundial de clubes da Fifa 2005, Libertadores 1993 e 2005, Copa Commebol 1994, três vezes campeão brasileiro 2006, 2007 e 2008. Na seleção brasileira venceu Copa das Confederações 1997 e Copa do Mundo 2002.
           
                          
            Narração e edição: Carlinhos Alves, agradecimento a sua audiência e sua sintonia, abraço.
           
           
Fonte:























quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O Homem da Mala Preta

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            Bom dia, Boa tarde, Boa Noite, meu nome é Carlinhos Alves, direto de Fortaleza, com mais uma edição do podcast, O Literato, com resenhas de livros, comentários sobre filmes e séries baseados em literatura escrita, além de entrevistas, de memórias culturais e histórias de músicas e poesias que marcaram todas as épocas.

            Todo mundo que ler muito, também escreve muito. Em 2005, um médico de profissão, Luiz Moura decidiu colocar nas bancas de livrarias cearense, um livro chamado: O Homem da Maleta Preta, “sátira mística e folclore médico”.  Com ilustrações de  Sinfrônio e publicação da Biblioteca de Ciências de Saúde – UFC, essa obra reúne contos, crônicas, teve apoio cultural da Monte Klinikum Hospital e foi uma parceria da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional do Ceará (Sobrames).
            A lida da medicina todo dia, leva o médico a todos os lugares do mais simples, ao mais chique, nesses ambientes o profissional da saúde se coloca no meio de várias situações, conhece o dia a dia do paciente, não só as doenças físicas, mas também em alguns casos as dores emocionais.
            No prefácio, Lúcio Alcântara que foi governador e senador do Ceará destaca bem do que se trata a obra. “Apesar de conter poemas e outros textos... é recheado principalmente por crônicas, que giram em torno de casos nos grandes hospitais públicos da capital, nos pequenos postos de saúde da periferia e nos consultório dos abnegados do interior”.
            Luiz Moura é médico cirurgião bariátrico, além de professor, trabalhou mais de 30 anos no Instituto José Frota e Santa Casa de Misericórdia.  Ganhou o prêmio Destaque Ensino Médico. Foram mais de 25 anos acompanhando mais de 700 acadêmicos e mais de 70 pós-graduados.  Pai de Mayra, Renan, Nayana e Régis, o médico também se dedicou a escrita. 
            Em destaque no livro, A mulher boa, página 91; Inveja página 145 e a Bicicleta página 174.
            Alguns livros foram feito para a leitura universal, outros para a leitura particular, familiar, alguns apenas para a compreensão do próprio autor. Na leitura de O Homem da mala Preta, pude ver uma mistura de linguajem simples e direta e fácil leitura com o uso de argumentos da profissão médica, podemos saber o que realmente o médico faz no dia a dia, algumas doenças que ele trata a diferença que ele faz na vida do paciente.
            Como obra literária ele ainda fica um pouco a desejar, mas se vermos pela ótica da vida e rotina do médico na sua lida pessoal e nos seus desafios na profissão encontramos nesses escritos algum mérito e uma linguagem em alguns momentos técnicas e em outras mais simples.
            O que significa realmente a mala preta? No futebol ela é um incentivo para um time ajudar a outro seja na conquista de um título, na fuga do rebaixamento em um mata mata, seria uma ajuda para o time A, perder para o time B, para beneficiar C, mas no caso desse livro que estamos comentando, a mala do médico, carrega estetoscópio e outros equipamentos de primeiros socorros para ajudar ao paciente em diversos casos, desde medição de pressão arterial, oscular os batimentos cardíacos.
            Nem sei se ainda tem algum exemplar desse livro a venda, eu comprei esse no Sebo do Geraldo, na rua: 24 de maio, no Centro de Fortaleza, lá encontro as relíquias literárias esquecidas.
Agradecimentos a toda audiência deste podcast. Edição e narração Carlinhos Alves, na busca por desbravar o mundo imaginário, às vezes real e duro e às vezes poético e belo, abraço e até uma próxima vez.